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Família Magnavita

Origem e tradição

A família Magnavita tem suas raízes na cidade de Paola, na região da Calábria, Itália. No final do século XIX, Benino Magnavita, nascido em 9 de fevereiro de 1856, decidiu emigrar para o Brasil em busca de novas oportunidades. Em junho de 1898, ele se estabeleceu com sua família em Belmonte, no sul da Bahia. 

Entre os filhos de Benino, destacou-se Pasquale Magnavita, que se formou como agrimensor. Ele adquiriu terras na região e fundou a Sociedade Patrimonial Pasquale Magnavita Ltda, dedicando-se com sucesso à cacauicultura. Em 1915, durante uma viagem à Itália, Pasquale casou-se com Vicenza Tosto em Paola, retornando ao Brasil com ela. O casal teve doze filhos, sendo Gina Magnavita Galeffi a primogênita. 

Gina iniciou seus estudos na Bahia, mas entre os nove e dez anos mudou-se para Roma, onde completou sua formação acadêmica e musical. Graduou-se em Pedagogia pela Universidade de Roma e em Piano pela Academia de Santa Cecília. Devido à Segunda Guerra Mundial, não pôde defender sua tese em Filosofia e Pedagogia. Em 1942, retornou ao Brasil, onde passou a lecionar na Faculdade de Filosofia da Bahia, contribuindo significativamente para a educação e cultura locais. 

A família Magnavita também teve presença marcante em Canavieiras no início do século XX. Fotografias da época, capturadas por Teophilo Mourranhy, retratam membros da família em diversas ocasiões, evidenciando sua integração e influência na comunidade local. 

A trajetória dos Magnavita exemplifica a história de muitos imigrantes italianos que, ao se estabelecerem no Brasil, contribuíram para o desenvolvimento econômico e cultural do país, especialmente na Bahia.

Pesquisa feita por Eduyr Silva maestro da Filarmônica 2 de Janeiro.

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